
Eu sou a incoerência dos senhoris
do poder que trazem em egos inflados
o seu pouco perceber, sou o lixo
irreclamável sou o frívolo viver
Sou a cena em tela plana; a insensatez
humana lá do planalto central,sou uma
briga amiude sou sem vida sou o grude
dos bancos das catedrais
Sou testemunho demente dos que vivem
no poder sou esgoto á céu aberto o
rumino do poder, um menestrel sem
aurora sou o lúgubre viver
Sou plano politiqueiro em tempo de
eleições, promessas sem vela acesas,
sou devoto sem razão, sou o pão
amofinado bicho solto na multidão.
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